Depois de conhecer Atenas
e a belíssima ilha grega Aegina vamos continuar viagem. Tínhamos de decidir se íamos
em direcção a Turquia, Hungria, … ou se voltávamos por Itália até ao centro da
Europa como era nosso desejo inicial. Não fosse a chuva a alterar a nossa
vontade. As deslocações pela Europa de Leste são mais lentas e a maioria das
cidades já as conhecemos: Sófia, Praga, Viena, Belgrado… Falta Istambul.
Optamos por voltar ao
nosso “cruzeiro”. Durante esta viagem já fizemos dois. Isto é tudo à grande
:-). A vida no cruzeiro é muito atarefada. Há muitas coisas para fazer. É uma
correria constante. Até ficamos a transpirar.
Por vezes esta calma é só interrompida por uma corrida Cruzeiros. O nosso Superfast faz juz ao seu nome e nos seus estonteantes 60km/h não dá hipótese a demais concorrência.
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| Momento da ultrapassagem |
O “cruzeiro” tem
praticamente tudo. É uma pequena cidade com: lojas, restaurante, self-service,
discoteca, jogos, bar, camarotes, internet,
alguns até piscina.
Bom... Na prática eles
são ferries. Estão quase ao nível do Queen Mary II ou o MS Freedom. :-)
A pequena diferença é que
não tem todas as actividades e espectáculos que um cruzeiro normalmente tem.
Também transportam viaturas: carros, caravanas, camiões, autocarros e tudo o
que consiga entrar dentro do barco. Permitem também que as pessoas viajem no deck ao relento o que faz com que tenhamos
em algumas zonas do barco pessoas a dormir no chão ou em tendas.
Na prática é tipo o
Titanic onde tens todas as classes sociais. Mas existe livre trânsito entre
elas e no Mar Mediterrâneo e Adriático não há icebergs. Ufa… J
Ainda no barco
consultamos a internet para ver como estava o tempo em Paris e Londres.
Imaginem só… chuva. Para cima de Milão era só chuva. Nós não queremos ir para a
chuva, certo? Então começamos a colocar hipóteses como: Croácia, Sardenha ou
ver as restantes cidades das Cinque Terre.
Enfim… Teríamos de escolher. Isto de viajar sem planos tem destas coisas e
agora temos de escolher para onde ir! Por um motivo ou por outro a lista foi
reduzindo.
Chegados a Ancona saímos
do porto. E ainda fomos ver bilhetes para a travessia para a Croácia mas
acabamos por ir para a estação. Quando lá chegássemos iriamos decidir: ou ficaríamos
em Ancona se houvesse algum hotel junto à estação que gostássemos ou partiríamos
para Milão.
Chegados à estação havia
3 hotéis do outro lado da rua. Entramos. Perguntamos se tinham disponibilidade
e decidimos ficar. Simples. No próximo post
vão perceber porque.
Apesar da nossa
consultora gastronómica internacional não nos ter dado nenhuma indicação para
Itália fomos almoçar: pizza e spaghetti a carbonara. Esperamos que sirva.
Nas ruas de Ancona vimos esta placa. Grande ideia do governo italiano criar o ministério da Sanita... Não vou fazer mais comentários, mas o pessoal do governo Sombra da TSF conseguia claramente encontrar uma boa justificação.
Durante a tarde fomos dar um passeio pela cidade. É muito bonita e tranquila. Fomos sempre andando em direcção ao Mar.
Ainda tivemos
oportunidade de ver um grupo de pessoas a fazer ioga. Enquanto ouvem o som das
ondas a bater nas rochas. Ficamos ainda algum tempo. Ainda pensamos entrar no
grupo, mas não tínhamos nada para colocar no chão. Optamos por fazer a sessão à parte.
Deixamos agora a imagem
do salto do dia. Este foi o momento de maior energia.
Esta calmaria toda deu-me
cá um sono. Às 21h já estava na cama a dormir.
Que acham que nos fez ficar em Ancona?
Ciao!
























3 comentários:
Aquelas poses de yoga mais pareciam o karaté kid!
Qto aos conselhos gastronomicos têm de me dizer por onde andam, ok !
França é o próximo destino.
Acho que foi a comida!!!! Come-se tão bem em Itália!!!
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